Alfredo Maria Adriano D'Escragnolle Taunay, também conhecido como Visconde de Taunay nasceu no dia 22 de fevereiro de 1843, em São Cristovão, no Rio de Janeiro.
Ele foi escritor, militar e também político brasileiro. Era monarquista e nutria grande admiração por D. Pedro II.
Ingressou no colégio D. Pedro II onde concluiu o curso de Humanidades em 1858.
Em 1861, ingressou no Exército Imperial. Iniciou o curso de engenharia militar em 1861, porém teve de interrope-lo para servir na guerra do Paraguai
Após a eclosão da guerra do Paraguai, começou a se dedicar a sua profissão de escritor sendo responsável por diversas obras, entre elas "Inocência" da qual falaremos mais detalhadamente adiante.
Contexto:
O romantismo foi sem duvidas um importante movimento literário que inspirou muitos autores e se difundiu por todo o mundo, originando diversas obras literárias. Entre eles a obra que analisaremos, aqui Inocência de Visconde de Taunay.
Inocência é um livro do gênero romance, escrito por Visconde de Taunay e publicado no ano de 1872.
A história possui aspectos socio-culturais da realidade no sertão mato-grossense. Por causa de sua caracteística: o homem moldado pelo meio, ela pode ser considerada uma transição para o naturalismo. E e a descrição detalhada do ambiente e da fala local onde a história se passa, faz com que se enquadre também no movimento realista.
Inocência
Na história contada acompanhamos Cirino, que é um falso médico que errava pelo sertão. Em determinado momento ele vai parar na casa de Pereira, um sertanejo, para tratar a sua filha, Inocência que sofria com malária. Após curá-la Cirino se apaixona por Inocência.
Um pouco mais tarde é apresentado o personagem Meyer, um entologista alemão. Ele elogia Inocência e acaba despertando o alarde de Pereira, muito machista e ignorante. Depois de um tempo ele retorna a Europa.
Inocência é prometido a Manecão, e Cirino sofre muito por isso. Ele acaba se encontrando com Inocência algumas vezes, e ela até chega a instruir Cirino para procurar seu padrinho e pedir a ele que intercedesse por eles.
Enquanto Cirino sai para tentar resolver a questão, Inocência se recusa a viver com Manecão, que frustrado decide matar Cirino, que econtra com o padrinho de Inocência enquanto morria, finalizando tragicamente a obra.
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